Entre tantas e tantas histórias o fim justifica o meio, um bem vivido e saudoso meio, pura lembrança, não importa mais o que antes era presente, belo presente, mas agora é passado, um álbum daqueles que você mostras pros seus netos e enche os ouvidos deles de chatice de velho e infelizmente pro meu anjo é só um amontoado de páginas queimadas.
Crescer e deixar secar essas lágrimas que lembram o mar no nosso primeiro olhar além de bons amigos, um casal bonito foi o que ouvi uma fuga tímida daquele lugar desconfortável, parece até besteira tanta coincidência ou total loucura de uma enferrujada poeta que ainda não sabe amar, mas a exatos cinco meses isso tudo começou assim do nada com amigos e sorrisos, no entanto agora tudo acaba ainda com alegrias e companheiros, acho que só nós mudamos mesmo, ainda bem que pra melhor.
Foi então mais uma noite jogada aos ventos e que esses ventos tragam novos olhares cativantes e desajeitados. Enfim o fim do fim e o começo de uma nova velha criatura.