Quando o sol se esconde em meio a nuvens brancas e finas, parece uma criança trás da cortina, todos sabem que ela está lá, mas para ver aquele sorriso encantador fingem não enxerga-lá. Nessa versão ampliada somos os pais bobos que lacrimejam alegria, uma pena não ser assim todos os dias e o astro rei as vezes não trazer tanta felicidade.
A doçura da criança sapeca que pula, grita e algumas vezes atrapalha, no entanto nunca deixa de alegrar, o calor calculado em termômetros que deixa de valer quando não se tem o amor ao lado, são tantas marcas incuráveis nessa vida onde nada se perde apenas se transforma, passam tantos anos insignificantes e tão poucos meses marcantes. Nas distancias de latitude ou longitude não importando mais as tantas tecnologias as vozes se perdem, coisa ruim criando algo bom, um reencontro predestinado ou acidental, é desnecessário saber o motivo deve apenas amar esse novo encontro e matar todas as saudades, pois já havia dito que o sol algumas vezes não retorna com tanta energia boa, ele só retorna.

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