Quando o mundo finge não mais enxergar, passamos a viver distantes dessa louca realidade, enquanto ele gira tranquilamente os falsos fazem comentários e vivem das lágrimas alheias que nada doce são, entre pedaços perdidos de varias histórias largados num chão fervente, onde sem calçados, ando pensando em algum não verdadeiro, ou apenas lembrando do quanto fui incorreta por perder dias caminhando sozinha com ilusões nas mãos esperando esfriar essa lava que escorre cada dia menos de um vulcão antes chamado de amor.
Na atual situação de desespero o abismo parece ainda maior uma pequena ponte flutuante tendo de escolher entre ouvir as tais vozes sonolentas e passageiras ou jogar novamente ao vento uma frase de declaração esperando encher outra caixa de dor e saudade, um amor talvez pode dar certo, mas nada se sabe antes de apostar, são tantos blefes nessa partida finita que algumas vezes é melhor deixar um tempo para conhecer bem os jogadores. Lamentavelmente esse novo jogador é tão atrativo que só será conhecido durante uma boa disputa felizmente ainda há muitas cartas nessa velha manga.

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