sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Um pouco de Manuh


Alma transbordante de alegria e paz, um sorriso nascido do medo de não ser mais o que me alegra em ser eu.
Reparo agora que pouco vocabulário tenho para tornar me escritora, mas imaginação e criatividade não me falta ao escrever o que meu coração descarrega em dizer ao mundo, tenho tido pouca vontade de fazer falar os choros do meu músculo cardíaco, uma perda muito importante foi sentida recentemente, mas não creio que queira saber sobre minhas dores com palavras exatas, mas sim em verso e prosa.
Lendo Dom Quixote me identifico horas com Miguel Cervantes, o autor alucinado que não sabia como fazer e fez muito bem, e outrora com D. Quixote De La Mancha, meu amado cavaleiro andante sonhando com sua adorada e fazendo doer seu companheiro Sancho, no então queria ser Rocinante, o cavalo o personagem mais importante da história sem ele nada aconteceria. Encontro me no capitulo XI tenho receio em devorar rapidamente essa linda aventura por isso saboreio cada parágrafo com toda a delicadeza de um apreciador de vinhos.
Caso encontrem termos antigos como “mercê”, “estupenda” ou desenfardelando “ aceitem que é apenas uma iniciante admiradora de loucuras arrematada pelo encanto da época sonhada.

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