segunda-feira, 4 de junho de 2012

Full moon

Dizem que tudo que começa na lua minguante minguá, é tenho alguns casos para comprovar isso, mas essa noite a lua tá cheia e não foi um começo e sim um recomeço meio sem motivo e completamente fora de hora, nada estava no lugar e o sistema analógico estava descontrolado, um minuto rindo e no outro querendo chorar, mas nada disso impediu que entre uma risada sincera o coração disparasse tão velozmente quase parando, admito que morreria imensamente feliz, no entanto alguns trasgos estavam por perto para deixar ainda mais descompassado nossos pensamentos delirantes descrevendo essa página retorcida.
Era uma vez uma fábrica de contos delicados, que fazia poucos, mas lindos escritos, nunca teve força para importar seus livros, pois se achava tão pequena entre os monstros literários que os guardava em cadernos simples, até que um dia ela começou a publicar em um canto de página de um jornal furreca e se tornou visível, bem não foi um final feliz, já que estamos ainda no começo dessa doida jornada. A redatora adorava meter o bedelho nos pequenos textos os deixando ainda menor, assim fazendo mais prática a leitura dos mesmos, bom hoje ela novamente entra na história da Full Moon e usa de minhas palavras para justificar a ausência da verdadeira história que coube em três folhas..."essa escritora é louca e cria tantos deslizes de um dia simples com risadas e chocolate" bom um dia talvez essas letras apareçam por aqui.
E retorna ao seu lar, com uma luz ao seu redor vinda da lua cheia que ilumina o céu e ao mesmo tempo exibe a própria luz que chega a ofuscar a das estrelas, uma claridade perfeita à muito não vista, seus olhos saltitavam entre as bochechas rosadas que já não conseguem esconder o sorriso mais tolo e iludido.
- A loucura parece doce e é quando se tem amigos para companhar cada passo e esperar por uma nova aventura....

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