Não vamos mais escrever em páginas queimadas foi o que ouvi, ainda bem pois tenho um livro em branco radiante de novo em minhas mãos frias pronto pra histórias corajosas diferente do tal lenhador que pôs em chamas as macias lembras recentes. O anjo que se tornou príncipe e acabou como um simples farrapo sozinho em loucas palavras sendo chamando de poeta por outros loucos de sangue, com a nítida imperfeição de momentos indomados gerando silêncio e distancia nos andarilhos graças a falas de personagens nada importantes nesse conto encerrado de maneira drástica.
Final 1
Os ventos gélidos sopram para norte e é assim que guiaremos a vida criando sorrisos infantis a procura de melhor companhia, se é que é possível achar melhor companhia apos perder o que era o melhor mesmo sendo o pior, de versos antigos ainda posso definir como errado a solução de alguns problemas, no entanto nada é realmente finito, ainda mais quando a doce criança com alma de fênix se renova a cada dia.
Final 2
Seguindo as sete novas vidas que a pouco já me fazem sorrir, cuidando com o amor antes jogado aos porcos e vivendo uma história real dentro e fora dos padrões sociais, se é que vale dizer sobre padrões tratando de uma bruxa meio enferrujada criada por anjos indiscretos que vive em uma cidade grande cercada de crianças brincalhonas.
-Bem imagem nenhuma me agradou para esse conto então encerro com um pedido de perdão por não saber como encerrar ._.'
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